Grupo "Mutirão Agroflorestal"

Índice

 Missão
 Objetivos
 Contexto e Antecedentes do Movimento Mutirão Agroflorestal
 Público Alvo e Beneficiários
 Resultados Esperados
 Justificativas
 Linha do tempo:Todos os encontros desde o ínicio.


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Missão

Movimento de integração de pessoas em torno da aprendizagem, experiência, vivência e prática em agrofloresta. Os "mutirões agroflorestais" promovem a construção do conhecimento integrado, gerando e sistematizando informações sobre sistemas agroflorestais a partir da implantação de áreas experimentais e demonstrativas em diversos contextos sócio-ambientais. Trabalho em sinergia, com participação na dinâmica e biodiversidade da natureza para a criação de ecossistemas produtivos.

Objetivos

- Construção coletiva do conhecimento em agrofloresta a partir do trabalho prático e participativo.

- Capacitação de técnicos, estudantes e agricultores em técnicas de manejo e estratégias de desenvolvimento rural baseado em sistemas agroflorestais.

- Desenvolvimento de metodologias educativas com vivência na implantação, manejo e avaliação de sistemas agroflorestais.

- Desenvolvimento de indicadores de avaliação de sistemas agroflorestais.

- Difusão dos princípios e técnicas do manejo agroflorestal a partir de vivências práticas.

- Implantação de áreas agroflorestais experimentais e demonstrativas em diversos contextos ambientais e sócio-econômicos.

- Geração de dados científicos com o acompanhamento das áreas agroflorestais implantadas.

- Sistematização dos resultados e aprendizados obtidos nas áreas experimentais

- Divulgação das experiências através de boletins informativos e publicação de trabalhos.

- Troca de experiências em sistemas agroflorestais.

- Constituição de rede de troca de sementes

- Formação de rede em sistemas agroflorestais.

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Contexto e Antecedentes do Movimento Mutirão

O movimento "Mutirão agroflorestal" existe há seis anos e, sendo um movimento espontâneo, segue uma dinâmica própria. Hoje, o grupo que compõe a rede do mutirão, conta com um acúmulo de experiências tanto em implantação e manejo de áreas agroflorestais, como em metodologias de capacitação em agrofloresta e percepção ambiental. Um breve histórico dos "mutirões" pode situar o contexto atual.

Em 1996, a partir do contato com o agricultor/experimentador Ernst Götsch e sua inovadora concepção e técnica em sistemas agroflorestais que têm como paradigma a dinâmica e biodiversidade dos ecossistemas naturais, um grupo de profissionais e estudantes das áreas de ciências agrárias, biológicas e humanas começou a se reunir no Estado de São Paulo para aprofundar o conhecimento nestes sistemas. A necessidade de experiências práticas para o aprendizado no manejo de sistemas agroflorestais e a possibilidade de realização de um trabalho coletivo, aglutinando conhecimentos e catalizando as ações, foram as principais motivações para a formação do grupo. Esta união gerou a criação de um fluxo de informações e a constituição de uma rede de pessoas, viabilizando a troca de material bibliográfico, sementes, informes, idéias, dúvidas e estímulos.

O grupo, inicialmente constituído por aproximadamente 15 pessoas apresentando uma unidade ideológica e uma diversidade de funções profissionais, reuniu agricultores, agrônomos, extensionistas, pesquisadores, estudantes e educadores, permitindo uma troca muito rica entre os participantes. O número de pessoas, oriundas de diversos lugares e instituições, atraídas pela proposta, foi se ampliando, tornando o grupo maior e dinâmico com o passar do tempo.

O "Mutirão" iniciou reunindo-se bimestralmente em propriedades ou áreas de trabalho de participantes do grupo para a instalação de áreas agroflorestais em sistema de mutirão. As propriedades, localizadas em contextos ambientais e sócio-econômicos bem distintos, aglutinam os moradores da propriedade e da região para a responsabilidade pelo manejo das áreas. As áreas implantadas nas diversas regiões passaram a constituir os "núcleos". Os núcleos são as unidades experimentais e demonstrativas e aglutinam instituições locais e pessoas da região, formando pólos de irradiação e difusão da proposta. Algumas áreas vêm sendo acompanhadas há cinco anos com o retorno do grupo para avaliação, planejamento e manejo. A aplicação dos princípios e da metodologia difere em cada ecossistema, dentro dos objetivos sócio-econômicos da propriedade.

Além dos encontros para implantação e manejo de áreas agroflorestais, ocorrem encontros voltados para a avaliação das áreas de trabalho e o planejamento de futuras intervenções, que são realizadas através de exercícios e dinâmicas, além de momentos de avaliação e planejamento do Grupo. As etapas de diagnóstico, planejamento e intervenção são registradas por relatores eleitos em cada mutirão e atualizadas pelo responsável por cada área. Entre 1997 e 2000 foi publicado o boletim "Recirculando", com informações sobre os mutirões, propostas de exercícios, o acompanhamento e avaliação das áreas, além de poesias, receitas e letras de música. A manifestação artística é um ponto alto e sempre presente em todas as atividades do grupo. Muito usada como instrumento de percepção, avaliação, planejamento e registro, a arte (música, dança, teatro, pintura) contribui para unir fortemente os participantes dos mutirões, ajudando a fortalecer o sentimento de grupo, de responsabilidade com o planeta e de irmandade em uma casa comum. Tudo isto mantém acesa dentro de cada um a vontade de ajudar na recuperação do planeta, sendo uma grande vivência em educação ambiental.

No momento, o grupo diminuiu o ritmo de encontros em função da inviabilidade econômica para participação e vem construindo há um ano uma proposta de capacitação em agrofloresta. A partir das demandas por aprendizado e prática em agrofloresta observadas e com um acúmulo de experiências e trabalhos com coordenação e capacitação, um grupo de aproximadamente 10 participantes do Grupo mutirão vem desenvolvendo a construção de um curso vivencial e um programa de capacitação (que agora compõem o Projeto submetido ao FNMA) cujo objetivo é difundir a agrofloresta e dar continuidade ao trabalho frutífero e consistente realizado pelo Mutirão até o momento.

Ao longo dos seis anos houveram 32 mutirões (anexo 1) com a participação de aproximadamente xx pessoas no total, com uma média de participação de 30 pessoas por mutirão. Ultimamente os mutirões vêm recebendo muitas pessoas novas (grupos de estudantes universitários, por exemplo) e existe a necessidade premente de adotar formalmente um caráter educativo e difusor aos encontros. As pessoas que participam do grupo desde o início adquiriram um acúmulo de informações e vivências que são compartilhadas e transmitidas. As pessoas que chegam pela primeira vez trazem demandas e desejos, contribuindo para nortear as ações e enriquecer o grupo em material humano e experiências diversas.

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Público Alvo e Beneficiários

Os mutirões são encontros abertos, sujeitos à participação de diversas pessoas, entre as quais, agricultores, estudantes, pesquisadores, agrônomos, eng. florestais, extensionistas e educadores. O público alvo deste projeto são os participantes dos mutirões, que estão envolvidos no processo de experimentação, aprendizado, troca e acompanhamento dos resultados. Os mutirões podem assumir funções diferenciadas de acordo com o contexto social em que se desenvolve, podendo ser mais voltado para estudantes ou para agricultores por exemplo.

Dentre os participantes, os agricultores e proprietários recebem a mão-de-obra do mutirão para a implantação das áreas agroflorestais e ganham sementes e mudas doadas pelos participantes; os estudantes participam de vivências práticas, fundamentais para a atuação profissional e praticamente inexistentes em salas de aula; os pesquisadores têm um enorme campo para investigação, podendo obter dados a partir das experiências práticas no manejo de agroflorestas complexas; os eng. agrônomos, florestais e extensionistas participam de experiências inovadoras passíveis de adaptação e utilização em suas áreas de atuação; os educadores participam da construção de uma metodologia de ensino/aprendizagem a partir dos encontros com trabalhos práticos.

Entre os beneficiários, ou público indireto, estão os moradores das regiões onde existem os "núcleos" com áreas implantadas pelo mutirão, que são beneficiados pela possibilidade de acompanhamento de áreas agroflorestais experimentais e demonstrativas; a comunidade científica envolvida com sistemas agroflorestais obtém informações geradas nas áreas manejadas; a sociedade ganha com o aumento de oferta de produtos orgânicos e ecológicos. A comunidade global ganha a inspiração de um exemplo de possibilidade de atividade sustentável, que integra a conservação ambiental à produção de alimentos, prevendo a qualidade de vida do agricultor e do consumidor. 

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Resultados Esperados

- Profissionais, agricultores e estudantes capacitados em manejo de sistemas agroflorestais segundo a dinâmica e diversidade de ecossistemas naturais.

- Metodologias para educação ambiental e agroflorestal desenvolvidas.

- Áreas demonstrativas implantadas com sistemas agroflorestais complexos.

- Áreas agroflorestais implantadas produtivas e economicamente viáveis.

- Publicação de material didático/científico com os dados gerados quanto a : método do manejo, produtividade, fertilidade do solo, performance das espécies plantadas, regeneração natural nas áreas agroflorestais e ergonomia.

- Publicação dos resultados de pesquisas científicas realizadas nas áreas agroflorestais implantadas e manejadas pelo "mutirão".

- Publicação e circulação bimestral do informativo "Recirculando".

- Troca de sementes entre agricultores e instituições.

- Cooperativa criada para beneficiamento e comercialização dos produtos das agroflorestas.

- Núcleos locais estabelecidos e autônomos.

- "Rede agroflorestal" regional em atividade.

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Justificativas

O modelo de desenvolvimento econômico atual calca-se na lógica de dominação sobre as pessoas e a natureza, o que leva aos colapsos sociais e ambientais que vivemos. Em todas as áreas naturais e/ou de atividades humanas há vestígios do desequilíbrio e insustentabilidade deste modelo. As florestas vêm sendo desmatadas a um ritmo assustador, refletindo um dos sintomas da visão segmentada do ser humano que se mostra incapaz de coexistir com a natureza. A agricultura é uma das atividades humanas que passou por uma grande transformação nas últimas décadas, em que o desenvolvimento agrícola foi estimulado com grandes pacotes tecnológicos, caros, poluentes, biocidas e dependentes de indústrias químicas multi-nacionais. A "revolução verde" levou ao campo o pensamento industrial, o que provocou e continua provocando uma grave erosão em diversas escalas: ambiental, cultural e social. A agricultura "moderna" é responsável por destruir milhões de hectares de floresta em várias partes do país, carregar toneladas de solo por ano, contaminar rios e lençóis d’água, desequilibrar diversos ecossistemas e deixar milhões de trabalhadores sem terra e em situações miseráveis.

Os sistemas agroflorestais são formas de manejo da terra em que as espécies agrícolas e florestais são plantadas e manejadas em associação, segundo os princípios da dinâmica natural dos ecossistemas. Representam a interface entre a agricultura e a floresta, otimizam a produção através da conservação do potencial produtivo dos recursos naturais e apresentam um grande potencial para os países tropicais, ricos em biodiversidade. Pela possibilidade da intensificação da produção em pequenas áreas através da otimização do espaço, esses sistemas despontam como alternativa promissora para o desenvolvimento rural sustentável, uma das prioridades no Brasil. Os sistemas agroflorestais envolvem técnicas antigas, tradicionalmente usadas por índios e populações tradicionais, e há pouco tempo a ciência vem dedicando-se a esta área. Atualmente, existem poucas experiências, ainda tímidas e isoladas, com sistemas agroflorestais no Brasil. A maior parte, porém, apresenta um baixo nível de complexificação e diversidade, sendo considerados consórcios, e não sistemas agroflorestais.

Ernst Götsch é um agricultor suíço, residente no Brasil há mais de 15 anos, que vem desenvolvendo trabalho com agrofloresta numa propriedade no sul da Bahia. Seu trabalho é um referencial para a transformação da relação do Homem com a terra e a natureza nas atividades agrícolas. A lógica de suas intervenções é criar agroecossistemas parecidos, na estrutura e dinâmica, aos ecossistemas naturais originais do lugar, encontrando as condições em que cada planta se desenvolve melhor. Os princípios do manejo agroflorestal incluem o conhecimento das características ecológicas e funcionais das espécies, a diversidade e alta de densidade de plantas, a poda, a capina seletiva e a nossa participação e a dos animais na dinâmica das agroflorestas. São sistemas regenerativos e análogos aos sistemas naturais, com grande potencial de aliar a conservação ambiental à produção e viabilidade econômica, representando uma aproximação real do ideal da sustentabilidade. Ernst vem difundindo seu trabalho e seus princípios através de cursos, palestras e consultorias, tornando-os conhecidos e atraindo cada vez mais pessoas com interesse nesta filosofia de atuação em comunhão com a natureza.

Os mutirões cumprem papéis fundamentais para a capacitação de agricultores, estudantes e profissionais em planejamento, manejo e avaliação de sistemas agroflorestais biodiversificados, a divulgação e difusão dos sistemas agroflorestais, o avanço do conhecimento técnico e científico em agroflorestas e a implantação de áreas agroflorestais experimentais e demonstrativas. Poucas informações existem sobre sistemas agroflorestais, sendo os trabalhos práticos, desenvolvidos em contextos reais, com planejamento, execução e observação participativas, inéditos nesse cenário. A importância deste trabalho é enorme por se tratar de uma atividade educativa, com amplo potencial de disseminação pelos participantes e a geração do conhecimento a partir do aprendizado prático e da vivência. A experiência interna é transformadora e desponta como um método educativo muito eficaz em que o conhecimento transcende a técnica e em que a percepção, a observação e a participação são estimulados.

A formação de grupos, como o grupo "mutirão", cria vínculos entre indivíduos com identidade comum, possibilita a sinergia, a cooperação, a integração tanto de esforços quanto de conhecimentos e a ampliação da capacidade e potencialidade das atividades e das pessoas. Todas as formas de parceria como associações, cooperativas e grupos possibilitam a convergência para determinado objetivo, fortalecendo as idéias e as ações. As redes entre organizações e pessoas desempenham função de grande importância para as sociedades sustentáveis ao conectar informações e atividades, embasando o movimento transformador.

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Linha do Tempo

Mutirões: Local, data, objetivo, n. de participantes

1 - Piracicaba, SP - 08/96 , 1 encontro, vontade de praticar, intervenção em área experimental de recuperação de um fragmento florestal, 28 participantes

2 - Amparo, SP (Sítio x) - 09/96 , o grupo já se identifica como grupo, implantação de agrofloresta num pomar já estabelecido, x participantes

3 - Cananéia, SP - 11/96 , muita gente nova: estudantes, comunidades da região, índios Guarani. Muita troca. Surge a idéia de formação de núcleos. Aproximadamente 100 participantes.

4 - São Joaquim da Barra, SP (Faz. São Luiz) - 01/97 , primeiro mutirão mais elaborado em termos de planejamento e relatórios. Implantação de agrofloresta em área ciliar.

5 - Barra do Turvo, SP - 02/97 , trabalho com agricultores, troca de experiências.

6 - Piracicaba, SP - 05/97 , mutirão teórico. Mesa redonda com professores da ESALQ (Prof. Virgílio Viana, Prof. Paulo Kageyama, Prof. Átila Miklós e Prof.  ). Aproximação com Universidade.

7 - Cananéia, SP - 08/97 , muitas pessoas novatas e pouco preparo de metodologias para recebê-las. Primeira demanda real em formalizar uma equipe para capacitação.

8 - UFRRJ/EMBRAPA Agrobiologia, RJ - 09/97. Encontro com Ernst Götsch. Exercícios e trocas de experiências com assentamentos rurais em Seropédica, RJ.

- Início do "Recirculando", informativo interno sob responsabilidade de Patrícia Vaz.

9 - Amparo, SP (Sítio Monte Alegre) - 11/97. Trabalho com percepção e preparação da área a ser trabalhada.

10 - Lumiar - Nova Friburgo, RJ - 12/97. Trabalho especial para incluir pessoas novas e preparação de didática para passar os conceitos. Três áreas trabalhadas.

11 - São Joaquim da Barra, SP (Faz. São Luiz) - 03/98. Retorno à área manejada 14 meses depois. Avaliação: erros, acertos e correções.

12 - Amparo, SP (Sítio Monte Alegre) - 05/98. Avaliação do grupo e dos trabalhos em desenvolvimento. Necessidade de viabilizar economicamente os encontros e o movimento.

13 - Caldas, MG (Sítio Portal do Sol) - 08/98. Diagnóstico e planejamento de uma área.

14 - Barra do Turvo, SP, 09/98. Acompanhamento da visita do Ernst Götsch aos agricultores da região. 26 participantes + agricultores da região.

- Início da rede virtual com a criação da lista [email protected]

15 - Pedra Grande, Atibaia, SP, 11/98. Chegada de grupo de estudantes de Lavras. Discussão sobre "orgânico convencional" e sistema agroflorestal.

16 - Caldas, MG, 01/99. Implantação de áreas. Impossibilidade de finalizá-las em função do tempo. Necessidade de planejamento mais realista.

17 - Amparo, SP (Sítio Monte Alegre), 02/99. Intervenção na área. "Efeito mutirão": muitas pessoas manejando, algumas pouco experientes, - perdas e pisoteio. Necessidade de produção nas áreas.

18 - São Joaquim da Barra, SP (Faz. São Luiz), 03/99. Nova intervenção na área de 2 anos. Acompanhamento e avaliação das plantas indicadoras, caminho da sucessão, consórcios. 34 participantes.

19 - Caldas, MG, 05/99. Avaliação e reflexão do grupo. Auxílio de dois moderadores para o planejamento participativo do grupo Mutirão. Construção da missão, levantamento das fraquezas e fortalezas, objetivos, construção da linha do tempo (histórico) e organização do trabalho em comissões: i) formação permanente (capacitação e processos educativos), ii) pesquisa e experimentação, iii) comunicação interna e iv) sustentabilidade (viabilidade econômica). 24 participantes.

20 - Barra do Turvo, SP, 07/99. Avaliação das experiências dos agricultores do pólo agroflorestal de Barra do Turvo. Diagnóstico participativo e trocas entre agricultores. Desenvolvimento de indicadores de avaliação. 32 participantes + 10 agricultores do local.

21 - São Joaquim da Barra, SP (Faz. São Luiz), 09/99. Organização das comissões de trabalho criadas em maio. Propostas e construção do trabalho do grupo. Diagnóstico e planejamento de três áreas a serem implantadas na Fazenda. 29 participantes.

22 - UFLA, Lavras, MG, 11/99. Implantação de área demonstrativa e experimental no Campus da UFLA. Coordenação do Grupo de agricultura ecológica Yebá - ervas e matos. Participação de muitos estudantes da Universidade. 37 participantes + aproximadamente 20 estudantes da UFLA.

23 - São Joaquim da Barra, SP (Faz. São Luiz), 01/2000. Implantação de área agroflorestal na borda de um fragmento florestal a partir de planejamento realizado pelo grupo quatro meses antes. Avanço em organização e planejamento. 17 participantes.

24 - Cananéia, SP, 02/2000. Trabalho nas áreas dos agricultores; trabalho com secadora de frutas.

25 - UFLA, Lavras, MG, 05/2000. Manejo na área implantada. Enriquecimento, avaliação e organização.

26 - Bragança Paulista, SP (Faz. Serrinha), 09/2000. Avaliação, reflexão e planejamento do Grupo. Resgate da identidade do grupo e rumos a seguir. Proposta de centralização dos trabalhos do grupo numa sede para acompanhamento e maior acúmulo de informações de uma área. Inicialmente a sede será na Fazenda são Luiz. 25 participantes.

27 - São Joaquim da Barra, SP (Faz. São Luiz), 11/2000. Escolha de uma área que ficará sob a responsabilidade do Grupo Mutirão. Objetivos da área para o Grupo: banco de sementes, área demonstrativa, monitoramento experimental, banco de dados das experiências e fornecimento de alimento para os encontros. Planejamento da área. 26 participantes.

28 - São Joaquim da Barra, SP (Faz. São Luiz), 12/2000. Implantação da área do grupo mutirão. Muitas pessoas novatas; processo de capacitação junto ao plantio.

29 - São Joaquim da Barra, SP (Faz. São Luiz), 01/2001. Manejo da área.

30 - São Joaquim da Barra, SP (Faz. São Luiz), 03/2001. Avaliação e manejo da área. Planejamento de Simpósio agroflorestal para a região da Mata Atlântica. 12 participantes.

31 - São Joaquim da Barra, SP (Faz. São Luiz), 05/2001. Manejo da área. 11 participantes.

32 - Alto paraíso, GO (OCA), 02/2002.

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